“E se rirem de mim?” — então, pelo menos você deu o que falar.
Criar na correria é difícil. Travar por medo é pior ainda. Você já teve a ideia. Já imaginou o post. Já ensaiou o vídeo mentalmente 3 vezes. Mas aí… travou.
Começa a surgir aquele combo mental:
- “E se acharem ridículo?”
- “E se ninguém curtir?”
- “E se falarem mal?”
- “E se me copiarem?”
E pronto. A ideia morre na gaveta. Enquanto isso, tem gente por aí ganhando seguidor, cliente e autoridade com um conteúdo postado – Spoiler: ninguém tá pensando tanto assim em você.
Estudos sérios (e também o nosso feeling de criador cansado) mostram que a gente dá mais valor a uma crítica isolada do que a 9 elogios sinceros. Ou seja: o que trava a criação não é a falta de ideia. É o excesso de imaginação sobre o que talvez digam.
Mas me diz: você vai deixar uma suposição te calar? Não. Você vai abrir a câmera, escrever o post, falar o que acredita — e pronto. Porque quem foca demais no que podem pensar, esquece do que realmente importa: quem precisa ouvir o que você tem pra dizer.
O medo de ser copiado é o maior tiro no pé.
Agora vamos falar da lenda urbana do plágio. – “Ah, eu não vou mostrar isso ainda porque alguém pode copiar.”
Você jura? Olha… se te copiaram, parabéns. Sinal de que você foi notado, relevante, inspirador. Ninguém copia o que não fede nem cheira.
E mais: ninguém consegue copiar seu ponto de vista, sua vivência, seu jeitinho de comunicar.
Ideia não é propriedade privada — é fluxo. Compartilhar fortalece, esconde-la enfraquece. Esconder talento com medo de imitação é igual guardar ouro no armário por medo de assalto. E se ninguém ver… qual o valor?
Autenticidade é mais valiosa do que perfeição.
Você quer engajar? Então para de tentar ser perfeito. A internet já tá cheia de feed montado, carrossel impecável e vídeo roteirizado. O que falta é pessoa real falando com pessoa real.
As pessoas se conectam com:
- Quem mostra o bastidor
- Quem conta um perrengue
- Quem dá uma dica de verdade
- Quem aparece com o cabelo preso e a voz embargada, mas com coragem de aparecer
Autenticidade engaja porque é rara. E quem aparece de verdade vira referência.
Você sempre tem algo a ensinar. Mesmo que pareça óbvio. O que pra você parece bobo, pra alguém pode ser uma virada de chave. Uma frase solta, uma história da sua rotina, uma dica que você nem achava tão genial assim… pode mudar o dia (ou a mentalidade) de alguém.
Tem gente que nem sabe que tem um problema — até ouvir você explicando.
Então pare de subestimar o que você sabe. Ensine. Compartilhe.
E aí sim, você cria conexão. Cria comunidade. Cria confiança.
Dicas pra destravar (e parar de se esconder):
- Poste uma vez por semana. Só isso já muda o jogo.
- Faça conteúdo simples: 1 vídeo, 1 post, 1 dica.
- Tenha uma pastinha com ideias que você ama (pra usar quando o caos bater).
- Comece pelo que você sabe fazer bem.
- E lembre: quem foca em ajudar, não foca em agradar.
Pra continuar refletindo:
Isadora trazendo seu ponto de vista estratégico sobre ser autêntico:
🔗 "Ser MAIS eu - e o melhor substantivo para definir isso é AUTENTICIDADE"
Mário Cortella em uma das falas mais verdadeiras sobre mediocridade:
🔗 "Você tá fazendo o melhor ou o possível?"
E pra fechar, uma provocação:
Você vai deixar o medo de uma crítica te impedir de impactar dezenas de pessoas que PRECISAM do que você tem a dizer?
Esse post faz parte da BIBI NEWS, nossa newsletter publicada toda segunda-feira aqui no blog.
Com afeto e estratégia,
Beijos, Vivis ✨
![[Bibi News | Edição 003] Destravando a Criatividade: supere o medo e vá em frente.](https://cms.bibimarketing.com.br/uploads/large_COVER_f4937cedc0.png)